sexta-feira, 11 de março de 2016

Quantas espécies de peixes já foram registradas na Bacia do Rio Madeira?



             Você sabia que o estado de Rondônia, na Universidade Federal (UNIR) abriga a 3ª maior coleção de peixes da Amazônia? Essa coleção representa o maior inventário ou levantamento de peixes em Bacias Hidrográficas do mundo. E está bem aqui no nosso estado!
              O Laboratório de Ictiologia (ciência que estuda os peixes) e pesca da Universidade Federal de Rondônia, atua no registro e conservação da Ictiofauna (conjunto das espécies de peixes) da bacia do Rio Madeira. O conhecimento e registro dessas espécies de peixes, permitem o desenvolvimento de ações para a sua conservação.   
          Até momento foram inventariadas 1067 espécies de peixes na bacia do rio Madeira, distribuídas em 23.190 Lotes, 12 ordens, 45 famílias. Dos peixes encontrados na coleção biológica mais de 80%, são de Characiformes (ex: Piranhas e lambaris) e Siluriformes (ex: bagres e cascudos), além de Gymnotiformes (ex: Poraquê), Perciformes (ex: Tucunaré) e Clupeiformes (ex: Apapá). Este registro representa cerca de 41% das espécies de peixes de água doce conhecidas para o Brasil e 24% de todas as espécies descritas da América do Sul.        

         
         Coleções biológicas são importantes ferramentas de conservação, pois, visam registrar a biodiversidade, sendo importantes registros de elementos de comprovação de pesquisa em sistemática (ciência que estuda a classificação dos organismos), biogeografia (ciência que estuda a distribuição dos seres vivos), evolução e ecologia. 

Fonte: Laboratório de Ictiologia e Pesca da Universidade Federal de Rondônia.

quinta-feira, 10 de março de 2016

Pra quê tanta ciência?

Este blog é uma proposta de divulgação científica.  Muita ciência é produzida dentro do Departamento de Ciências Biológicas da Universidade Federal de Rondônia, porém, muitas vezes estes resultados "científicos" acabam por vislumbrar apenas um pequeno público dentro da academia. Este é um espaço planejado para levar a ciência para o público em geral.

Crianças, adolescentes, jovens...a comunidade como um todo tem direito de conhecer e apreciar os avanços e descobertas da ciência.  Mas a ciência tem uma linguagem própria, muitas vezes distante do público em geral.

Neste espaço, vamos cultivar a aproximação da ciência e da educação.  Através do conceito da transposição didática, que consiste na transformação da produção científica para uma linguagem compreensível ao público. 

Iniciamos esta proposta com uma ideia partilhada entre o Laboratório de Ictiologia e o Laboratório de Ensino de Ciências -Educiencia.

Mas nossa intenção é agregar mais colaboradores.

Prof. GEAN CARLA